Eu não sei sobre os modelos políticos, coisas da economia, filosofia do comunismo e mais mil coisas úteis para se viver nessa idade moderna. Não me orgulho disso, mas também não me envergonho. Este fato não me incomoda a ponto de me mover à fazer alguma coisa quanto a isso.
A ignorância, que quase sempre vejo como dádiva, me foi presenteada nesse âmbito do conhecimento. E dádivas concedidas não devem ser refutadas.
Meu nome não habitará a produção acadêmica, os seminários extraordinários ou os telejornais. Morrer no ostracismo talvez seja a melhor das opções. Se houver uma vida espiritual, que pelo menos ela seja tranquila quanto a citações e referências no mundo de hoje.
Bom dia.
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