Decidi criar o anonimato. Decidi mudar o nome do blog e me esconder, apesar de não saber bem porquê. Acho que quero dizer verdades. Quero escrever sem medos ou escrúpulos. Soltar frases soltas sem me preocupar com quem vai ler. Eu não amo você. Nem você. Eu pensei no rosto de duas pessoas ao escrever as duas últimas frases. Quem seriam elas, leitor?
Você ama as pessoas que diz que ama? São mil tretas por dia nesse mundo louco. Hoje eu fui num restaurante, num rodízio de comidas chinesas, japonesas e brasileiras, pra ser mais preciso. Em certo momento parei de comer pra olhar uma guria que se servia. Paro de viver para contemplar bundas. Me julguem. Quando amei uma mulher, ela me fodeu. Talvez não consiga criar mais sentimentos por outras. Desculpe-me querida se um dia você ler isso, mas não tenho coragem suficiente para lhe dizer que não te amo. Mas eu te amo. Não sei. Confuso.
Quase sempre confuso. Um fato interessante: hoje foi dia das crianças. Mas nada disso importa.
Eu não me sinto muito bem.
Apenas tretas de um mundo moderno.
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